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ATENÇÃO: A leitura deste manual na sua íntegra é requisito básico e primordial no processo de avaliação do seu livro. Nele você encontrará todas as informações necessárias para saber se o seu livro será ou não avaliado ou aprovado. Para ser avaliado pelo Conselho Editorial, ele terá de obedecer a alguns princípios básicos relativos à Doutrina Espírita e você mesmo saberá se o seu livro será aceito ou não. Assim você evitará gastos desnecessários de tempo, postagem e provas. Sabemos da sua ansiedade em ver o livro publicado, no entanto, é imprescindível a leitura deste manual, para evitar contratempos para ambas as partes. Obrigado pela sua atenção e boa leitura. A primeira grande virtude de um bom escritor é o gosto pela leitura, DESENVOLVIDO PELO DECAED Prezado(a) Companheiro(a) Para tanto, buscamos nos preparar adequadamente, estudando com afinco e fazendo do esforço, perseverança e dedicação uma saudável rotina diária de trabalho. À estes fatores somaram-se o incentivo e a colaboração de muitos e, em especial, como condição imprescindível, o irrestrito apoio e ajuda do Plano Espiritual, o que nos permitiu, não obstante Alegres, confiantes, motivados e empenhados em dar sadia continuidade aos nossos ideais, vimos nessa oportunidade solicitar-lhe sua prestimosa colaboração à qual, já de antemão, agradecemos no atendimento em sua íntegra, aos indicativos e solicitações contidos no "Guia de Orientação para Autores" e à exatidão nas respostas ao "Questionário Estreitando Laços". Aproveitamos a ocasião para enviar um capítulo do livro Aconteceu..., por nós editado, o qual traz importantes informações aos espíritas e, em particular, aos médiuns psicógrafos. Companheiro(a), enfatizamos a importância de sua cooperação, a qual ensejará a todos nós a oportunidade de executarmos um trabalho de excelente qualidade em benefício da Doutrina Espírita através da fundamentada e segura divulgação do seu conteúdo gerador, de tantos e Segue, em anexo, toda documentação já mencionada e para seu melhor controle e orientação, segue abaixo discriminada: DECAED - DEPARTAMENTO DE CONSELHO DE ANÁLISE EDITORIAL E DOUTRINÁRIA Parte 3 ........................... Como se relacionar bem com seu editor Parte 11 ........................... Questionário COMO PUBLICAR SEU LIVRO
Quando você se recorda do nome de uma editora, está lembrando de uma editora que funciona nos moldes tradicionais. Essas empresas investem em uma imagem de prestígio e uma marca de qualidade junto ao público. Note que, se você envia um original que não lhe foi encomendado, você se encaixa nessa última categoria. Isto quer dizer que os seus escritos são apenas uma entre as possibilidades de a editora adquirir obras de seu interesse, e normalmente a mesma equipe reduzida que lê os livros estrangeiros e fala com os autores já conhecidos precisa dar conta de ler e triar pilhas e pilhas de manuscritos. É de bom tom, portanto, não dar telefonemas exigentes e não se irritar com atrasos. A editora não tem qualquer obrigação de cumprir prazos ou mesmo devolver originais que não Uma vez que o conselho editorial considere o livro estrangeiro - obra encomendada ou original espontâneo (com um pouco de sorte, o seu!) - adequado a sua linha e com boas possibilidades de vendagem, é feito um contrato de edição com o autor, estabelecendo sua remuneração. Há uma grande variação aqui, dependendo da fama do autor, da tiragem inicial da obra, expectativa de venda, etc., mas os contratos brasileiros costumam oscilar entre 2 e 10% do preço de capa, valor pelo qual o livro é vendido ao consumidor. Estamos explicando a ordem das etapas porque um dos erros mais freqüentes de autores inexperientes é perguntar quanto vão ganhar. Ora, esta é uma questão que se apresenta somente após os originais terem sido aceitos, o que - você pode acreditar - é o mais difícil. Portanto, evite tomar o tempo do editor exigindo uma aula sobre direitos autorais antes de ele sequer ter lido sua obra. É bom levar em conta que é muito difícil ganhar dinheiro com o primeiro livro. Uma edição habitual em nosso mercado tem dois mil exemplares, e um livro de 200 páginas costuma ser vendido a R$ 20,00. Portanto, se você esgotar sua primeira edição em um ano, terá ganho em torno de R$ 4.000,00, divididos em acertos semestrais. Isto, no entanto seria uma sorte extraordinária, pois, à exceção daqueles raros fenômenos que todo mundo fica comentando, autores desconhecidos do público não vendem dois mil livros em um ano. É realista considerar que você no máximo verá o retorno de algumas de suas despesas. Isso é muito bom para o autor, que só precisa colaborar na divulgação da obra em seu círculo de amigos e conhecidos. Por outro lado, o risco assumido pelo editor empresário lhe dá o direito de decidir como será a capa, o papel utilizado, o texto da contracapa e mesmo o título da obra, sempre visando uma maior aceitação pelo mercado. Em longo prazo, esta forma de publicação tem ainda a vantagem de oferecer o seu livro para o mercado por muitos anos. Já que a editora tradicional investiu em você, é do seu interesse reimprimir o livro muitas vezes, pois o custo de produção por exemplar cai - não é preciso fazer fotolitos para uma nova impressão, por exemplo - e o seu lucro aumenta. É benéfico para a empresa editorial que seus autores se tornem conhecidos, justamente para vender o mesmo título e talvez outros do mesmo escritor por muitos anos. Por isso, editoras investem o que podem na promoção de seus publicados, participando de feiras de livros e simpósios profissionais.
O importante é que você compreenda a diferença de foco do negócio destes profissionais: diferentemente dos editores tradicionais, o ganho dos prestadores de serviços provém do dinheiro que os autores lhes pagam. Trata-se de uma transação transparente, em que você pode (e deve) pedir exemplos de trabalhos anteriores, discutir preços e descontos, fazer uma lista das suas exigências, estudar alternativas. Como pagante de todos aqueles serviços que as editoras costumam assumir, você tem o direito de decidir capa, papel, número de exemplares da tiragem, cores e diagramação da capa, título, tamanho da fonte (letra), etc. Sabendo escolher, você pode obter livros muito bem acabados e de aparência bem pouco amadora. A enorme desvantagem desta alternativa, no entanto, é como vender os livros. No Brasil, a venda de livros é um negócio arcaico e complicado mesmo para quem já está estabelecido. As editoras tradicionais costumam fazer uso de vendedores próprios para as praças em que se situam, os quais visitam as livrarias da cidade mostrando lançamentos e recolhendo pedidos; e de distribuidores e representantes para as praças mais distantes. Esses distribuidores enviam o catálogo da editora, que pode conter dezenas a milhares de títulos diferentes, às livrarias com as quais têm contatos comerciais, que por sua vez fazem pedidos. O que muita gente não imagina é o tamanho destes pedidos: de cada livro, as livrarias pedem em geral um ou dois exemplares - quando pedem! Há livrarias que, mesmo com insistência do vendedor ou distribuidor, aceitam apenas dois exemplares de um livro em consignação! Isto quer dizer que, apesar de só terem de pagar bem depois que o livro venda, elas se interessam em receber poucos exemplares, em geral porque estão atopetadas de livros nas estantes e julgam não poder expor adequadamente mais um novo título. A menos é claro, que se trate de um grande best seller de um autor que aparece na televisão todos os dias... As editoras conseguem ganhar algum dinheiro nesse esquema pela soma de títulos que oferecem de uma vez. Assim, mesmo que cada livraria deseje um de cada livro, em um catálogo de quinhentos títulos a venda acaba sendo viável. Há ventos de mudança no ar, e alguns autores já se mobilizam com a ajuda de distribuidores para formarem pools de vendas, ou seja, constituírem um catálogo de vários títulos, como se fossem uma pequena editora. Ainda assim, a comercialização do próprio livro é um trabalho ladeira acima e deve ser cuidadosamente considerado antes de impressa a tiragem. Sempre há o outro lado da história: se você consegue vender seu próprio livro, seu lucro é muito maior que os possíveis 10% do preço de capa quando publicado por uma editora tradicional. Em casos de professores, terapeutas e profissionais que tenham contato freqüente com um grande número de pessoas, a edição por conta própria pode valer a pena em termos financeiros, mesmo sem o prestígio de ter uma editora conhecida por trás. É bom lembrar também que muitas livrarias aceitam organizar noites de autógrafos de autores autopublicados em troca de uma porcentagem das vendas. Se você tem muitos amigos simpáticos que iriam ao seu lançamento e comprariam o seu livro, essa é uma possibilidade de retorno do seu investimento bastante viável.
O importante a lembrar é que editores tradicionais são parecidos com gerentes de banco: eles precisam apostar em novos autores, o que eqüivale a conceder um empréstimo, porque é disso que vivem, mas também necessitam ser muito cautelosos para não levar sua editora à falência com excesso de encalhes. Já os prestadores de serviços são semelhantes a lojistas: têm uma grande quantidade de produtos a oferecer e evidentemente desejam vender para o máximo de clientes possível. Aproxime-se dos primeiros com a calma de quem vai a um banco pedir empréstimo, e dos segundos com o espírito crítico de quem vai a uma loja fazer compras. VANTAGENS E DESVANTAGENS Vantagens
• Trabalham com profissionais qualificados • Comercializam em livrarias de todo o país • Divulgam a obra para a imprensa • Interessam-se em promover o autor a longo prazo • Têm o prestígio de sua marca • Participam de feiras do livro e simpósios
• Comercializam muitos livros, o seu é apenas mais um • Remuneram em no máximo 10% do preço de capa Vantagens
• Apresentam qualidade muito variável • Entregam no prazo e nas condições determinadas • Permitem edições independentes do gosto do mercado
• Apresentam qualidade muito variável • Não têm qualquer envolvimento com o sucesso da obra ou do autor • Não comercializam a obra • Não têm prestígio Parte 2: Linha editorial Linha editorial não é apenas uma boa desculpa para os editores recusarem a excelente autobiografia de uma ilustre desconhecida. Ao contrário, é a diretriz que norteia a maioria das decisões de uma editora bem-sucedida. O campo dos conhecimentos e assuntos que podem virar livro - de culinária a romances esotéricos - é vastíssimo. Uma editora que pretenda tornar seus livros conhecidos (para vendê-los) precisa escolher uma faixa desse campo e nele atuar de maneira constante. Essa é justamente a sua linha editorial. Assim, dificilmente se verá uma editora de compêndios de medicina publicando manuais de auto-ajuda, não importa por quem sejam escritos. Toda a sua estrutura de vendas e marketing estará voltada para convencer médicos, estudantes e professores de medicina que seus livros são bons e confiáveis. Mesmo que doutores consumam auto-ajuda, não têm o hábito de consultar o catálogo de sua editora técnica para encontrar seu passatempo de fim de semana. Uma editora pode ter mais de um assunto em sua linha editorial, como por exemplo história e filosofia, ou romances estrangeiros e esportes. Não cabe a você julgar ou tentar convencer uma editora a se adaptar à sua obra, porém pesquisar quem no mercado já está produzindo livros similares. Defina o gênero Assim, avalie a sua própria obra e reformule-a para ser apenas uma coisa: reminiscências OU análise profissional OU poesia OU romance. Você sabe que fez um bom trabalho quando consegue encontrar o lugar ideal para seu livro nas prateleiras de uma livraria, na companhia de priminhas parecidas (porém não idênticas) à sua obra. Editores têm ainda uma aversão recorrente por trabalhos amadores. Ao escolher o gênero predominante de sua obra, dê preferência àquilo que conhece melhor. Se você não tem prática em produzir literatura, é muito mais provável que consiga escrever um bom comentário sobre a vida nos tribunais de São Paulo (após ter trabalhado em vários por vinte anos) do que uma história de detetive interessante para o público leitor. Leve em consideração que alguns gêneros são absolutamente temerários. Poesia, por exemplo, só terá chance de publicação se você for uma pessoa conhecida no meio cultural. Uma autobiografia, apenas no caso de você ser uma celebridade, ter tido experiências muito incomuns ou escrever como Machado de Assis. Afie seu texto É uma boa idéia testar seu trabalho com amigos, mas tenha a coragem de pedir apenas a opinião daqueles sinceros e com boa bagagem literária. De outra forma, estará angariando um monte de palpites simpáticos e inúteis de sua mãe e da tia Maria. Descubra uma editora possível Se você for criterioso/a, deve chegar a não mais que cinco ou seis editoras possíveis para a sua obra no mercado brasileiro. Envie, então, para cada uma delas, uma cópia impressa de seu texto, acompanhada de uma carta bem curta descrevendo o gênero em que se encaixa, aquilo que a diferencia das outras no mesmo ramo e, no caso de uma obra técnica, as suas qualificações para dissertar sobre o assunto. Não esqueça de incluir seu nome, endereço e telefone na primeira página do original. Parte 3: Como se relacionar bem com seu editor
Nessa hora alguns escritores tentam "forçar" uma decisão positiva de uma editora maior e mais famosa, com o argumento de que seu original já foi bem recebido por outra. A estratégia é válida, mas nem sempre produz bons resultados: a editora maior pode parabenizá-lo e deixar seu original de lado; o editor que o aceitou pode ser um rival detestado daquele a quem você está contatando e se ofender por ter mandado seu trabalho para os dois (editores têm egos às vezes tão grandes quanto os autores);o editor que o aceitou pode ficar sabendo que você contatou o rival detestado e voltar atrás! Tome bastante cuidado, portanto: jamais minta, uma vez que o mercado é pequeno e a maioria dos editores sabe o que acontece uns com os outros. Só diga que o seu original foi aceito depois que você tiver visto o contrato. Conversa editorial simpática pode sumir no ar de um dia para o outro, ou o profissional que tratou com você trocar de emprego subitamente. E tente não dar uma de mercenário, já que editoras são um tanto ariscas com comportamento agressivo de autopromoção ao estilo norte- americano (eis um área em que receitas de marketing não funcionam...). A escolha da editora A distribuição é o segundo ponto-chave: verifique se você consegue encontrar outros títulos da editora em questão nas melhores livrarias, leia o catálogo prestando atenção na clareza de apresentação das obras, telefone para o departamento de vendas pedindo informações sobre um livro que tenham lançado e analise o cuidado do atendimento. O marketing deve ser estudado sob dois ângulos, o da marca editorial e o do autor. A editora que se promove confere mais prestígio aos seus autores do que editoras menos conhecidas, além de ter melhor trâmite na grande mídia. Por outro lado, as editoras famosas nem sempre investem na imagem do autor novo, deixando que o mercado o teste antes de darem todo o suporte de sua máquina marqueteira. Isso quer dizer que, ao ser publicado pela editora do José Saramago, por exemplo, você corre o risco de ser ignorado pelo pessoal de divulgação, ainda mais se o seu lançamento coincidir com o da última obra de um figurão como ele. Uma editora pequena pode oferecer-lhe mais em termos de marketing de autor, mas talvez não tenha a mesma influência das grandes editoras na mídia. Pondere (com o máximo de honestidade possível) se a sua obra tem o potencial de se tornar realmente um best seller, para o que uma grande editora apresenta mais vantagens, ou se é uma obra que necessita conquistar um público específico e diferenciado, quando uma pequena editora se torna mais vantajosa. Por último, se precisar escolher por qual editora ter seu original publicado, considere suas políticas de longo prazo. A enorme maioria dos autores bem-sucedidos de todo o mundo alcançaram a fama apenas depois de uma ou mais obras de médio impacto, incluindo-se aí o autor brasileiro de maior vendagem na história, Paulo Coelho. É muito raro o escritor se tornar famoso com seu romance de estréia, razão pela qual, a menos que sua obra seja circunstancial (como a biografia de alguém muito visado pela mídia),é sábio avaliar se a editora com a qual pretende estabelecer um relacionamento se dispõe a promovê-lo e mantê-lo em catálogo por muitos anos. Casamento Uma editora que publique sua obra com baixa qualidade e a deixe empoeirando no depósito sem fazer esforço para chegar a seus leitores estará lhe prestando um grande desserviço. Você terá um título de péssima vendagem em seu currículo, o que dificultará o caminho de seus próximos originais, e talvez perca a oportunidade de ver sua primeira obra fazendo sucesso, já que na maioria dos casos os editores avaliam apenas trabalhos inéditos e não vão levar em conta que o mau desempenho talvez resulte do pouco profissionalismo da sua primeira editora. Muitos autores entram no processo de publicação como se estivessem numa nuvem, tomados de devaneios de fama e fortuna. Depois que o livro sai, descobrem que não serão entrevistados pelo Jô Soares nem verão seu livro em pilhas na melhor livraria da cidade, nem na lista de mais vendidos da Veja. Começam então a enxergar os defeitos da editora, que até então era a noiva perfeita. Ora, uma editora é um empreendimento comercial de antecedentes facilmente verificáveis. Além de testá-la como possível consumidor, é tarefa simples contatar um de seus autores e perguntar-lhe sobre o processo editorial da casa à qual você está considerando pertencer. O próprio pessoal do departamento editorial em geral aponta as limitações de sua empresa com franqueza quando questionado. Só não é justo você ficar infernizando a equipe de vendas para atender melhor a região Norte (onde você tem família), sendo que a editora, em dez anos de funcionamento, jamais dispôs de um representante que atendesse lá. É o mesmo que casar com alguém moreno e depois ficar dizendo que, na verdade, você gosta de cabelos loiros... Avalie bastante. Mas, uma vez escolhida a editora, tente ficar com ela. Quase ninguém trabalha com livros no Brasil sem algum componente de idealismo em seu caráter, dadas as dificuldades do setor. Os autores são meio que "adotados" pelos editores e representam um investimento maior do que meramente o dinheiro gasto com a produção. Trocar de editora representa desprezar o envolvimento das pessoas que acreditaram no seu livro, além de jogar fora uma série de contatos e espaços conquistados com sua primeira publicação. Contrato O contrato explica também quando você irá receber (mensal, trimestral ou semestralmente), a quantos exemplares tem direito como autor, como ficam os acertos de vendas especiais, etc. Os pontos para os quais você precisa estar atento são: 1) a validade do contrato. Ele tem de ter uma data de término, após a qual as cláusulas serão renegociadas, de forma que um contrato modesto hoje não seja um impedimento daqui a alguns anos se a obra tornar-se um sucesso. Um prazo de sete anos é corriqueiro no meio. 2) os direitos secundários, como venda para o exterior ou para outras mídias. Apesar de raro, é possível que a obra seja negociada para a televisão ou o cinema, devendo ficar claro no contrato quais as porcentagens da editora se fizer a negociação e se a negociação for feita por outros. Como todo acordo comercial, é recomendável que você o leia com cuidado e peça a opinião de um advogado, caso sinta que há passagens pouco explicadas. Quanto mais clareza houver, tanto menos desentendimentos futuros. As editoras costumam trabalhar com contratos padronizados, escritos no fim do 19º século e de vez em quando atualizados. De modo geral, não há intenção alguma de engambelar autores, mas contratos vagos permitem que, daqui a vinte anos, o filho do atual editor ganhe metade do acordo que você conseguir engendrar com uma TV a cabo educativa. Consulte a CBL (Câmara Brasileira do Livro) ou entidade similar, se resta-lhe dúvidas. Constando ou não em contrato, como autor você tem direito a examinar notas fiscais e mesmo fazer auditorias do estoque, caso tenha a impressão de que os acertos são inferiores às quantias realmente vendidas, bastando marcar uma data de visita com a editora e ser acompanhado por uma terceira parte neutra. Obviamente, este é o último dos últimos procedimentos a que recorrer - depois de todo tipo de tentativa diplomática de prestação de contas - , visto que o desconforto resultante manda o relacionamento com a editora para o espaço. Ainda assim, em casos de grandes best-sellers (mais de dez mil exemplares vendidos em seis meses, por exemplo), pode ser justificável. Em todo caso, vale sempre o mesmo princípio: observe antes para não brigar depois. Apesar de os medos fazerem parte do processo, é salutar lembrar que os profissionais de uma editora são do ramo da cultura e não psicólogos de plantão. Ataques de ansiedade, telefonemas diários à produção, reclamações insistentes sobre atrasos, revisões obsessivas e uma presença constante e não requisitada na editora não só não alteram a qualidade do produto final como podem deixar os responsáveis pelas decisões importantes de seu livro de muito mau humor. Faça um favor a você mesmo e encare a edição de sua obra com o máximo de calma e equilíbrio possíveis. Faça de conta que está preparando uma lista de supermercado ou uma viagem à Europa. Trabalhe sua ansiedade com um terapeuta e dispense o editor de lhe fazer agrados no ego ou resolver suas inseguranças. Dessa forma, os inevitáveis problemas que surgirem poderão ser resolvidos de forma adulta e produtiva para todos os lados; afinal de contas, há em comum o desejo de que o livro seja um sucesso. Trabalho pós-parto Publicar é tornar público. A divulgação faz parte do trabalho de publicação de uma obra. Neste mundo explodindo de informações em que vivemos, não é fácil se fazer ouvir, ver, lembrar. A editora é responsável, de seu lado, por assessoria de imprensa, convites, releases e material de divulgação. Mas você também tem de contribuir, e com energia, para que seu livro seja comentado. Guarde no armário de antiguidades aquela noção de que autores fazem fama enquanto se fecham em suas bibliotecas! Chame os amigos, contate colegas, não se iniba. A maioria dos compradores de livros se decide após ter ouvido falar de uma obra. E cada leitor pesa para fazer com que sua obra cruze a linha que separam um triste encalhe de uma bem-sucedida contribuição à cultura. Este artigo é o terceiro de uma série de três, que abordou a distinção entre um prestador de serviços e uma editora tradicional, e como selecionar uma editora a qual apresentar seus originais. Parte 4 : Como publicar seu livro pela Petit
Devido ao grande avanço da Doutrina no meio do público em geral, graças à divulgação feita por meio de novelas, livros sérios, peças teatrais e outros, as livrarias descobriram que este é um "filão" no mercado e cada vez mais os livros espíritas conquistam espaços nas livrarias, coisa que há pouco tempo não existia. Hoje é possível ver grandes editoras investirem neste seguimento; porém, como falta- lhes o principal, ou seja, conhecimento, acabam por publicar livros que não representam o pensamento verdadeiramente espírita, trazendo prejuízo para muitos, principalmente o leitor leigo que ainda não conhece os princípios básicos da Doutrina. Vemos ainda editoras que vislumbrando este nicho de mercado, avançam editando tudo o que lhes cai às mãos, sem o mínimo de cuidado na revisão doutrinária, na diagramação, etc., trazendo um amontoado de obras que, em vez de esclarecer o leitor, irá confundi-lo mais ainda, até ele descobrir que foi enganado, já gastou muito dinheiro. Pode até haver no meio deste amontoado de obras questionáveis alguma que seja séria e boa, mas por estar no meio daqueles com certeza será uma obra perdida. Resumindo: o que garante uma boa editora espírita é seu conhecimento das obras básicas. Como mandar seu original para a Petit A Petit é uma editora atípica, ou seja, muito diferente de outras. Nela, cada livro é um filho a ser cuidado, com muito carinho. Praticamente todos da editora trabalham no livro a ser lançado, muitas vezes solicitamos auxílio externo na produção do livro tanto de encarnados como até de desencarnados, ou seja, espíritos protetores da casa. Graças a este auxílio recebido conseguimos fazer de um novo autor, que nunca publicou nada, ser um best-seller já no primeiro livro, como foi o caso do nosso José Carlos De Lucca, com o seu livro Sem medo de ser feliz, que em seu lançamento saiu com 30.000 exemplares e sete meses depois, mais 20.000, ou seja, em menos de um ano, e hoje já conta com uma tiragem de 60.000 exemplares! A Petit não se preocupa em publicar muitos livros, o que queremos é publicar bons livros; o que interessa é a qualidade, não a quantidade. Filosofia da Petit A Petit procura trabalhar com autores que sejam trabalhadores na seara espírita e que tenha bons conhecimentos da Doutrina. Não pode ser superficial, é necessário saber do que está falando, é imprescindível transmitir mensagens corretas; se não souber, não deve fazer. Parte 5 : Deve-se publicar tudo? Consideramos extraordinário o exemplo de Yvonne A. Pereira que, tendo recebido mediunicamente o livro Memórias de um suicida, engavetou-o porque tinha dúvidas sobre o conteúdo da obra. Somente depois de mais de 20 anos é que o entregou à editora, após revisão espiritual de Léon Denis. Hoje, porém, é fácil observar que muitos médiuns não procedem da mesma maneira, enviando apressadamente para publicação tudo que recebem do plano espiritual. Daí um grande número de obras que não mereciam ter sido publicadas, porque divulgam violência, sensualidade, assuntos escabrosos, explicações antidoutrinárias e temas excessivamente repetidos. Ou apresentam linguagem confusa e até contradições. Além disso, há um número crescente de instituições assistenciais espíritas editando livros com o objetivo único de obter recursos financeiros, sem avaliar devidamente o conteúdo de tais obras, o que a nosso ver contraria a finalidade superior do livro espírita, pois, segundo Emmanuel: O livro espírita já é caridade em si mesmo. Diante dessa situação, julgamos oportuno consultar a opinião de Allan Kardec, que tratou do problema em dois artigos na Revista Espírita: "Deve-se publicar tudo quanto dizem os espíritos?" (nov./1859) e "Exame das comunicações que nos enviam" (maio/1863), os quais recomendamos aos médiuns psicógrafos, escritores, editores e redatores de jornais espíritas. Após uma leitura atenta dos dois artigos, destacamos, com algumas adaptações, as seguintes observações, denominando-as de critérios para análise de matéria destinada à publicação: 1. Não aceitar cegamente textos mediúnicos sem um controle severo. Publicar sem exame, ou sem corretivo, tudo quanto vem dos espíritos seria dar prova de pouco discernimento; Aplicando esses princípios às comunicações a ele enviadas até maio de 1863, Kardec classificou-as, obtendo as seguintes conclusões: Quanto aos originais produzidos por encarnados, em cerca de 30, Kardec encontrou 5 ou 6 de real valor. Parte 6 : Definindo o tamanho do seu livro Hoje as editoras em geral estão fugindo do livro muito grosso, ou seja, com muitas páginas por três motivos que são. Primeiro; o livro com muitas páginas têm um custo muito alto e isso já leva a um segundo motivo que é torná-lo caro para o bolso do leitor. O terceiro motivo é que hoje, o tempo está muito curto e os leitores não querem perder muito tempo com um mesmo livro, eles querem a informação rápida e se possível, mais barato. Se for um romance, não ficar filosofando muito e descrevendo com muitos detalhes a casa que o personagem mora e esquecendo da trama. Um romance precisa de diálogos bem equilibrados com as partes dissertativas, aquelas em que o narrador vai dar as informações referentes as localidades, dos personagens e assim por diante. Outro detalhe importante e que merece ser observado pelo novo autor e evitar o máximo possível utilizar palavras de pouco uso, ou seja, palavras de difícil entendimento. O livro para alcançar o sucesso, tem que ter além de uma boa história, fluidez tem que deslizar sem tropeções. Imagina no meio de uma cena de grande emoção o leitor esta totalmente envolvido e de repente aparece uma palavra totalmente estranha e tira toda a emoção da leitura. Dizemos sempre, o livro tem que ser como um escorregador, do começo ao fim, sem obstáculos. Não há necessidade nenhuma de utilizar palavras difíceis. Quanto mais simples melhor, se quiser agradar a grande massa de leitores que consomem livros. O melhor programa de computador para escrever um livro é o Word. Se você não tiver, arrume um. Utilize para escrever a fonte Times com o número 12 ou 14. Os títulos no número 24. O ENGANO COMO NASCE UM LIVRO ESPÍRITA Na Petit Editora, que é especializada em livros espíritas, há dois tipos de livros: o psicografado e o de autoria. O que é um livro psicografado? Explicamos. Livro psicografado é aquele no qual o escritor é um Espírito, ou seja, uma pessoa que já O médium psicógrafo tem muita responsabilidade, porque ele não é o autor, é um intérprete do pensamento do Espírito e seu procurador para fazer o livro tomar forma e acontecer. Portanto tem de ser uma pessoa muito equilibrada, seguidora da Doutrina Espírita e estudiosa incansável das obras do mestre Allan Kardec, ter uma grande dose de humildade e, principalmente, precisa ser caridosa. O médium, como é um representante do Espírito na Terra, necessita saber os procedimentos doutrinários, para não se deixar levar por vaidades e nem ser envolvido por Espíritos levianos, que estão o tempo todo buscando brechas para dificultar a caminhada do Espiritismo. Deve ser exigente quando for procurar uma boa editora espírita que coadune com os seus propósitos quanto à importância de divulgar e difundir o Espiritismo por meio de livro espírita de forma séria, fazendo com que o livro alcance os objetivos propostos pelo espírito. Quanto ao autor encarnado, para escrever um livro, precisa estar tranqüilo e num local reservado onde não haja interferência de qualquer espécie. Porque autores encarnados são também constantemente inspirados ou influenciados por Espíritos. Se o escritor deseja passar uma boa mensagem aos leitores, ele estará acompanhado de bons Espíritos que vão assessorá-lo. Se o autor não estiver preocupado com questões morais, será assessorado por Espíritos levianos ou mesmo maus. A responsabilidade do escritor é muito grande, porque ele é um mensageiro. Aqui entra um item importante. Quando o escritor encarnado ou o médium psicógrafo tiver concluído o livro, deverá passá-lo para algumas pessoas que conhece e que seja efetivamente espírita para fazerem o papel de leitor e avaliar a obra. Caso haja necessidade, ela fará sugestões para alterações a fim de melhorá-la. Com o livro pronto, lido por várias pessoas e feitas as correções pertinentes às observações, o autor ou o médium, caso ainda não tenha editora, terá de procurar uma para publicar seu livro. E como se procura uma editora? Sai pela rua procurando? É lógico que não. O local mais apropriado para isso é uma livraria, uma grande e boa livraria que tenha diversidade de editoras expondo os livros. Avalie se as editoras são realmente espíritas. Avalie a qualidade dos livros que elas editam, tanto doutrinária, gramatical, quanto a questão gráfica. Erros de digitação e de gramática demonstram descuidos que no final trarão prejuízos. Solicite catálogo e avalie a forma de como eles tratam os autores e, principalmente, os leitores e clientes. Avalie a forma como são elaborados os textos. Ás vezes, pelo texto, a editora demonstra arrogância, indício não muito bom. Se for o caso e você tiver condições, faça pedido de livros para sentir o modo como eles atendem os clientes. É importante avaliar tudo antes, para depois não se arrepender. Não se preocupe em perder tempo nessa fase, porque na hora que você escolher uma editora para publicar o seu livro, será como um casamento. Determinadas editoras dão muito valor ao autor e tratam-no como se fosse único, mesmo que haja na editora vários autores. Quando um novo autor, até então totalmente desconhecido, é lançado no mercado, é necessário fazer um grande trabalho de divulgação, tanto dele quanto do livro, então não é bom ficar dividindo os seus trabalhos com várias editoras. Escolha uma e fique com ela. E não tenha pressa em escolher. Ás vezes, uma má escolha atrasa em muito o sucesso que seu livro poderia alcançar. Escolheu a editora? Então é hora de fazer contato, envie uma carta ou dê um telefonema informando que você tem um original e gostaria de submetê-lo à apreciação, solicitando diretrizes de procedimentos. A Petit Editora, antes de receber os seus originais, prefere primeiro apresentar seu perfil, sua forma de trabalhar, para ver se encaixa na sua expectativa. Muitas vezes o autor é um livre pensador e a obra que ele escreveu extrapola as linhas determinadas pelo Espiritismo. Então o livro deleé um livro espiritualista, logo, numa autêntica editora espírita, como é o nosso caso, será recusado com certeza. Existem editoras que não se preocupam muito com filosofias e não têm compromisso com nenhuma linha e editam de tudo. Se você não se importar de estar no meio de um oceano de informações desencontradas e ter seu livro sendo apenas mais um a figurar no catálogo, então não terá muito problema para achar uma editora. Avalie bem, se você quer um trabalho profissional, objetivo, eficiente, tanto para você quanto para sua obra, seja então exigente e criterioso. Se for uma editora séria e eficiente que você escolheu (tomara que seja a nossa!) você receberá um Manual do Autor do Livro Espírita onde você conhecerá a editora, como ela trabalha, etc. Leia com muita atenção, responda com a maior seriedade possível ao questionário e envie junto com o seu original. Nós e outras editoras, pedem até 6 meses no mínimo para avaliar o livro. Você acha muito? Assim como vocês existem muitas outras pessoas escrevendo e enviando seus originais para as editoras, e nenhum original é devolvido sem um comentário. Com o seu livro na mão o editor vai dar uma primeira olhada e verificar se está tudo em ordem, se o original, á primeira vista, é realmente um livro espírita, se o questionário foi respondido e atende ás normas, passando disso, vai para o conselho de análise editorial e será avaliado com maior rigor quanto aos temas abordados, coerência com a Doutrina, cuidados com as palavras, informações relevantes, história bem desencadeada, se for romance, etc. Se o livro for aprovado, a editora entrará em contato com o autor para acertarem os pormenores: mudança de texto, contrato*, etc. Passado a fase de análise e de acertos, aprovados e resolvidos os pormenores, o original entra em processo de produção, indo para a mão do editor-assistente, que vai ler o livro com extrema atenção para detectar possíveis falhas quanto à construção de frases, que tenham passado despercebidos pelos avaliadores, textos poucos claros, raciocínio difícil, palavras inadequadas etc. Após essa leitura, são feitas sugestões e observações ao autor, a fim de melhorar ainda mais o livro. Em seguida o livro é enviado para os revisores de texto, que corrigirão erros de grafia. Enquanto esse processo se desenrola, uma cópia do livro vai para o departamento de arte para serem feitas algumas sugestões de capa, materiais promocionais e ser desenvolvido também um projeto gráfico, a fim de manter uma harmonia entre todos os processos e itens. O departamento de produção começa a fazer orçamentos com birôs para executar o fotolito, gráficas para imprimir o livro e os fornecedores de papel. Com layouts da capa, do material promocional e o projeto gráfico pronto, é apresentado ao Diretor Editorial, que vai escolher o que mais combina com o livro, baseado em sua experiência. Escolhida a melhor idéia, partem então para a finalização do trabalho. O livro é diagramado, baseado no projeto gráfico aprovado e é feito uma última revisão. Em seguida é produzido o fotolito da capa, do miolo do livro e do material promocional. Estando tudo pronto, é enviado tudo para a gráfica que foi escolhida para imprimir o livro. O departamento de compras providencia o papel para imprimir o livro, solicitando ao fornecedor entregar diretamente na gráfica. A gráfica, ao receber os fotolitos, confere para ver se está tudo em ordem e de acordo com as normas técnicas que um impresso precisa ter. Estando tudo correto, o material é encaminhado para o departamento de montagem, onde os fotolitos serão montados de tal forma que, depois de impresso, e dobrado, formará cadernos com a numeração em seqüência. Depois da montagem, o fotolito segue para a seção de cópia. Na seção de cópia, o fotolito é colado numa chapa de alumínio sensível à luz. Essa chapa é colocada em uma prensa e "queimada" por uma lâmpada fortíssima. Onde há letra não passa luz, e onde não há letras, a luz "queima" a camada de emulsão. Após essa fase, a chapa é levada para revelação, na qual o processo químico elimina aquela emulsão que foi "queimada" pela lâmpada, ficando na chapa somente as letras. Ainda nesse roteiro, a chapa é levada para um forno especial para "queimar" as letras, deixando-as mais resistentes para fazer grandes tiragens de cópias do livro. Em poder da chapa já gravada e do papel, o impressor inicia o processo de impressão. A chapa é fixada num cilindro de uma máquina de impressão chamada off-set. A maioria dos livros hoje é impresso por esse sistema. Em poucas palavras, funciona assim: a chapa é colocada em um cilindro, em contato com esse cilindro há rolos deágua e de tinta. A quantidade de rolos varia de números, dependendo da máquina. Terminada a impressão, o livro está em folhas grandes e é necessário dobrá-las. Para isso existem as dobradeiras, que são máquinas especiais para fazer esse serviço. As folhas são dobradas formando cadernos. Terminado a dobra, o livro vai ser colecionado, ou seja, serão juntados todos os cadernos para formar o miolo do livro. Depois de colecionado, o livro passa pela costura, quando os cadernos são presos um no outro. Enquanto isso, a capa também é impressa, também pelo sistema off-set. No sistema descrito anteriormente, o livro é impresso em folhas, chamado no meio gráfico como "plana", mas existe outro meio de imprimir os livros que é muito mais rápido e ideal para grandes tiragens, que é o sistema "rotativa", ou seja, uma máquina que, em vez de utilizar folhas, utiliza bobina, que são grandes rolos de papel. Quando sai impresso do outro lado da máquina, já está dobrado, "pulando" assim algumas etapas. Com tudo pronto, o miolo e a capa vão para outra máquina, onde os dois serão unidos com cola. Depois de colado, o livro é refilado, embalado e encaixotado. É emitida a nota fiscal e entregue para a editora. O departamento comercial da editora começa a oferecer por telefone, por meio de vendedores internos, externos e pessoalmente, o livro para seus clientes, livrarias, distribuidores, supermercados, papelarias, etc. Os pedidos não tardam a chegar e as notas fiscais começam a ser emitidas e encaminhadas ao departamento de expedição. No departamento de expedição, os livros são separados com o maior carinho e colocados em caixas personalizadas, acompanhados de material promocional, que será utilizado pelo cliente, como cartazes, marca-páginas, folhetos etc. Em pouco tempo o leitor saberá que existe um livro novo na praça e vai querer lê-lo, principalmente se a capa for bonita, chamativa, e o assunto for interessante e cativante. O sucesso do livro começa aí, quando o leitor compra seu livro, lê, gosta e começa a comentar com seus amigos, parentes etc. É a famosa propaganda boca a boca, a mais eficiente. Só que ela funciona tanto no sentido positivo quanto no negativo. Daí o cuidado que se deve ter quando se pretende escrever um livro é necessário pensar em tudo, escolher uma boa editora e ser fiel a ela, ser autêntico e buscar a perfeição constantemente. Notas: Quando você escolhe uma editora espírita para publicar seu livro e ele é aprovado, toda a despesa para edição, divulgação e distribuição será por conta dela. Normalmente você não terá de pagar nada. E tem mais: tem direito a receber ou indicar uma instituição espírita que receberá os direitos autorais, além de, você ter o direito de receber no mínimo 50 exemplares do seu livro, sem custo nenhum para você, para que possa distribuir entre seus amigos, parentes e para quem você quiser. Faça sempre um contrato, nunca entregue o seu original a uma editora para edição se não foram acertados em contrato os direitos e deveres seus e os deles, mesmo que você não tenha intenção de receber direitos autorais. Existem muitas instituições de caridade, espíritas ou não, que poderão ser beneficiadas com apenas um | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||